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Como um serviço com a gente funciona
Seis passos da primeira mensagem até um imóvel com que você para de se preocupar, e você só precisa estar presente em um deles.
A sequência
Nada disso é genial. O raro é uma empresa colocar isso no papel e depois rodar do mesmo jeito toda vez, numa fachada de tijolo em junho e numa cozinha numa terça de manhã em fevereiro.
Conte o que é o imóvel
Ligue, mande mensagem ou preencha o formulário. O que é o prédio, o que precisa ser feito, se tem gente morando ou trabalhando nele durante o serviço, e o prazo contra o qual você está correndo. Foto do tijolo, da tinta descascando ou do cômodo em questão economiza um passo para todo mundo.
Visita gratuita
A gente vai até lá e olha, sem cobrar. Cerca de meia hora numa casa. Mais tempo numa fachada ou numa obra comercial, porque o número honesto está nas juntas de argamassa e atrás dos equipamentos, não na porta da frente.
Um número e um escopo escrito
Você recebe um preço e a lista do que ele cobre, frente por frente e área por área. Corte o que quiser, acrescente o que quiser, mude a ordem, tudo antes de fechar uma data. Depois de fechado, vale.
A ordem do trabalho, decidida de propósito
Quando um imóvel precisa de mais de uma frente, a sequência importa. Alvenaria e carpintaria primeiro, depois os pisos, depois a pintura quando a poeira assenta, e a limpeza por último para ninguém desfazer. Do lado de fora, a lavagem vem antes de qualquer tinta, stain ou selante. A gente desenha isso no escopo para você não pagar duas vezes pelo mesmo cômodo.
Suas datas e a sua equipe
Você recebe uma data de início acordada por escrito e as mesmas pessoas voltando até o serviço fechar. Perto da base, isso é uma janela dentro da mesma semana. Mais longe, é um bloco de dias reservado para o seu imóvel, dito a você antes de fechar. Contas comerciais recebem chave, código e horário registrados no nome da equipe designada para o prédio.
Falou, muda
Qualquer coisa que você apontar entra no escopo no mesmo dia. A lista existe para seguir o imóvel. Nada sai dela sem você saber antes.
Por que a visita técnica vem antes do número
Ninguém consegue orçar uma parede de tijolo por fotografia. O número honesto está em quão fundo as juntas realmente cederam, se as faces do tijolo começaram a se perder, e se o verdadeiro culpado é um tubo de descida despejando água na base da parede. Nada disso aparece da calçada.
Dentro é a mesma coisa. Um cômodo que precisa de tinta pode precisar do reboco emendado antes, e uma casa que parece simples pode acabar sendo um imóvel anterior a 1978, onde nada é lixado até a gente perguntar sobre chumbo. Então a gente vai lá primeiro, sem custo, e olha. Depois o preço e a lista área por área vão para você por escrito, e você decide no seu tempo.
Por que as frentes rodam numa ordem fixa
Quando um imóvel precisa de mais de uma delas, a ordem decide a conta. Alvenaria e qualquer carpintaria vêm primeiro, porque fazem poeira, fazem entulho e abrem as coisas. Os pisos vêm depois, e uma lixadeira de assoalho deixa uma névoa fina em toda superfície horizontal, por melhor que seja o isolamento. A pintura vem em seguida, quando essa poeira assenta e as superfícies estão secas. A lavagem com pressão fica logo antes de qualquer tinta, stain ou selante externo e depois que a argamassa nova teve tempo de curar, porque um revestimento precisa de uma superfície limpa e seca para aderir. A limpeza vem por último, porque tudo que for limpo antes de o resto do serviço terminar é limpo duas vezes.
Contratados separados não têm motivo para respeitar essa ordem. Cada um quer o horário que cabe no calendário dele, e quem sobra para organizar é você. Aqui tudo entra num cronograma só, e a sequência vai escrita no escopo ao lado do preço, para ninguém precisar discutir quem deveria ir primeiro.
Por que a gente cobra pelo serviço, não pela hora
Uma conta por hora coloca você e as pessoas que fazem o serviço em lados opostos do mesmo relógio. Cada minuto que elas trabalham mais rápido é dinheiro que elas perdem, e o único jeito de auditar a nota é ficar lá cronometrando alguém.
Um preço por serviço passa esse risco para a gente. Um dia lento vira problema nosso para resolver. Quando a equipe fica mais rápida porque já aprendeu o prédio, você continua pagando o número que a gente orçou. Os dois lados acabam querendo a mesma coisa, que é o serviço terminado direito e no prazo.
O que acontece no dia em que algo dá errado
Alguma coisa vai dar. Uma área passa batido, uma peça leva um esbarrão, ou a previsão vira e um dia de serviço externo precisa mudar. O que importa é a hora seguinte, não o pedido de desculpas.
Você liga ou manda mensagem direto para a gente. Se estava no seu escopo e passou batido, a gente volta e resolve sem custo, sem nada para discutir, porque o escopo foi acordado por escrito antes do primeiro dia. Se alguma coisa foi danificada, avise no mesmo dia e a gente documenta e resolve. A gente trabalha com licença e seguro nas cinco frentes e o certificado é seu quando você quiser.
Como Trabalhamos, em detalhe
Se a sua pergunta não está aqui, ligue e pergunte. A gente prefere dizer que um serviço menor resolve do que vender um maior.
Posso contratar mais de uma frente ao mesmo tempo?
É a maior parte do que a gente faz. Um proprietário contrata a limpeza de saída e a pintura interna juntas. Um morador raspa o assoalho, pinta as guarnições e refaz os degraus da frente no mesmo intervalo de semanas. Uma visita técnica cobre o imóvel inteiro, o trabalho entra numa ordem que impede uma equipe de desfazer a outra, e você fica com um escopo e uma pessoa para ligar em vez de quatro.
Como vocês fazem o preço?
Depois da visita, nunca antes. Limpeza sai pelo imóvel e pela frequência. Piso sai pela metragem, pelo contrapiso embaixo e por quanto do piso velho precisa sair. Pintura sai pelas superfícies, pelo preparo que a parede realmente precisa e pelo número de demãos. Alvenaria sai pela metragem do serviço e pelo que aparece quando as juntas perdidas saem. Lavagem com pressão sai pelas superfícies, pelo tamanho delas e por quanto mofo e mancha tem nelas. Tudo isso vira um número escrito antes de fechar a data de início.
Vocês fazem alvenaria e pintura externa no inverno?
A gente aceita alvenaria e pintura externa o ano inteiro. Os meses quentes são mais simples e custam menos, porque argamassa e tinta curam sozinhas. No frio, o mesmo serviço precisa de enclausuramento aquecido, areia e água aquecidas, mantas isolantes sobre a junta nova e produtos feitos para curar em baixa temperatura. Isso é trabalho de verdade com preço de verdade, e entra no orçamento em vez de fingir que o tempo não está lá. Ligue em janeiro e a gente diz exatamente quanto o inverno acrescenta ao número.
E se alguma coisa passar batido?
Avise em até um dia e a gente volta e resolve sem custo. Funciona porque o escopo foi acordado por escrito antes de alguém começar, então não tem o que discutir. Em alvenaria e pintura os termos de garantia também vão por escrito no escopo.
Conte sobre o imóvel
A visita técnica é gratuita e ninguém vai te vender nada nela. A gente olha, pergunta o que vem dando errado, e coloca o número e a lista área por área por escrito. Você decide depois disso, no seu tempo.
- A gente vai até lá sem custo e sem nada para assinar
- Uma lista área por área por escrito, não uma promessa no telefone
- Um preço por visita, nunca relógio rodando
- Um kit separado de panos e mops para cada área
- A mesma equipe volta ao seu endereço
- Alguns dias de aviso encerram um plano residencial, sem multa
Respostas diretas
Contas comerciais podem pedir uma janela fora desse horário. Ligações depois do fechamento são retornadas na manhã do próximo dia útil.
Peça a sua visita gratuita
Conte onde é o imóvel e do que ele precisa. A gente agenda a visita técnica, e depois você recebe a lista e um preço de volta, por escrito.
Começa com meia hora na sua porta.
A visita técnica é gratuita, nada é assinado nela, e é o único passo em que você realmente precisa estar presente.